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SONETO DE UMA MULHER ACORRENTADA

Teu corpo está acorrentado
Algemado por frágeis elos
Vives um viver subjugado
Prostrada em flagelos.


Nesta solidão a dois
Tú esqueces que o tempo não volta atrás
Segues sem esperança,envelhecendo,pois
O que deixaste de viver no ontem não voltará jamais.


Permitas meu amor te invadir
Os mistérios do medo sair
O teu destino mudar.


Deixe fluir o teu desejo
Venha,minha paixão, eu te protejo,
Tua alma unida a  minha  está.




Agosto/06
CID JAUHAR
Enviado por CID JAUHAR em 28/08/2006
Reeditado em 29/09/2008
Código do texto: T227206

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Sobre o autor
CID JAUHAR
Nova Friburgo - Rio de Janeiro - Brasil, 66 anos
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