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Suplício

Doce loucura, num pranto matiz;
E neste malferido vis-à-vis.
Minh’alma sente o frio;
Deste devaneio tardio.

No amargor da realidade;
Aberta a chaga da vaidade.
Um ato néscio, mas eterno;
Que me condena ao inferno.

Nas brumas do pensamento;
Recordo-me do momento.
Do arrependimento sombrio;

Do melancólico calafrio.
Pérfida lucidez
Desta louca absurdez.
Hector Tadeu
Enviado por Hector Tadeu em 30/08/2006
Código do texto: T228463
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Sobre o autor
Hector Tadeu
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 37 anos
15 textos (875 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 16:27)
Hector Tadeu