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Águas

Quão impoluta desce num arroio
Baila anosa co'a chuva do pantanal
E o teu povo num leito do sarau
Vê a tropa melodiosa no aboio

O tropeiro soturno te venera
No teu vergel a "alva-garça" nadifica
E a retidão do teu curso ratifica
a beleza insípida que de ti "proli-fera"

És santa pro silvícula canoeiro
O ribeirinho dá-te cheiro e sabor
E os vates cancionam tua alma

O pantanal é teu refúgio derradeiro
o aqüífero-guarani te rende palmas
E a vida resurgi em teu fulgor.
Silva Neto
Enviado por Silva Neto em 02/09/2006
Código do texto: T231134
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Silva Neto
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 43 anos
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Silva Neto