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Soneto 2

Oh!Vento sereno, ó lua, vai à flor,
qu'em algum jardim da terra se'sconde,
e roga'o tempo que a ti'nda responde,
se bem que a reconheça pela cor.

Diz-lhe sobre este meu sutil amor,
cansado de viver sem saber onde,
apegado a qualquer árvor'e fronde
de recanto que tire-lh'essa dor.

Fazendo brilhar seu belo perfil,
ora meu encanto e minha ânsi'amargura,
para qu'eu encontre-a neste mundo vil

e possa fazer dela minha cura
curando minh'alma e, em seu amor gentil,
afagar seu seio, ora, com brandura.
Aprendiz
Enviado por Aprendiz em 03/09/2006
Reeditado em 05/09/2006
Código do texto: T231980
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Sobre o autor
Aprendiz
São Paulo - São Paulo - Brasil, 31 anos
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