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Soneto à madrugada

(Pra não dizer que não falei do galo e de Alvacir)

Penumbra da manhã, desponta a alva.
Círculos de luz vertem do sol.
A sombra se desfaz no arrebol,
no céu desaparece a Estrela Dalva.

O galopante avanço do astro-rei
desfaz últimas sombras, raia o dia.
A luz derruba o breu, a noite fria
afasta-se, obedece à eterna lei.

Na luz, a Estrela Dalva se recolhe.
Agora o sol domina o universo
e traz, com seu calor e luz, regalo.

A lua, também escondida e só,
lhe serve como espelho no outro verso
e a alva se refaz, a propagá-lo.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 04/09/2006
Código do texto: T232760
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260287 leituras)
36 áudios (10733 audições)
6 e-livros (1686 leituras)
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