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Sem musa

A minha poesia é asquerosa, deprimente,
porque vem do avesso, do nada, do vazio.
É também assim que me sinto atualmente,
no completo abandono...tudo tão sombrio!

Sei que eu preciso mudar, urgentemente,
e limpar a minha mente - terreno baldio.
Partir rumo a uma nova vida, diferente,
com a alma leve e solta, o coração sadio.

Quem me dera poder contar outra história.
Deixar o meu amor se derramar em versos,
em vez de gerar tanto lixo, tanta escória.

A minha poesia é vergonhosa, obtusa.
São tão somente palavras, sem nexo.
Falta-me a inspiração - uma musa.
Andrade Pinto
Enviado por Andrade Pinto em 06/09/2006
Reeditado em 08/12/2006
Código do texto: T234359
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Andrade Pinto
Salvador - Bahia - Brasil, 64 anos
38 textos (4123 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 09:36)