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Soneto de amor como pecado

E eu que já estava apaixonada por pensar-te
Eu que tão apenas em pobre palácio o desejei...
...amor, palavra inventada por moças românticas
Eu, tolo romântico... de acreditar no amor, acreditei!

De onde me veio o pecado de pecar-te?
Deste pecado pelo qual confesso ser vil pecador
De te amar, e só amar-te
E estilhaçar o coração com tal fulgor!

Matem-me as mil maldições de amor negado
Que se na terra amor houver, é só cilada
Que se na terra amor houver, é só pecado!

Felicidade já tanto a trago esperada
É te amar... e só amar-te amor alado
Que me invadiu, e fez de mim morada!
dhália
Enviado por dhália em 14/09/2006
Código do texto: T240259
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Sobre a autora
dhália
Salvador - Bahia - Brasil
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