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PÓ(EMA) DA SAUDADE

Por que desta lembrança não há o pó
Percebendo-o na tez sem a saudade
-- Companheira da dor -- que sem ter dó
Não tem rastros de pó como unidade?

O árduo de só lembrar do que é essencial
Ao encontro da unidade traz ao ser
A vivência (in)contínua, sem o Sal
Que confere pra Vida o acontecer.

Ah! palavra na noite silenciosa!
Ah! poesia sem Vida: vitoriosa!
E o poeta, solitário, no delírio --

Pelas Mãos do bom Deus a hora eterniza;
Crava (só) em folha o pó: triste batiza
Seu poema na água benta do martírio...
Alexandre Tambelli
Enviado por Alexandre Tambelli em 16/09/2006
Reeditado em 01/10/2013
Código do texto: T241707
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Tambelli
São Paulo - São Paulo - Brasil, 48 anos
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1 e-livros (398 leituras)
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