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QUE DEIXEM-ME SER POETA!

Desenvolvo argumento do sossego,
Das limitações minhas pra seguir
Utilizando a via que me afluir
Ao rumo do sujeito com seu emprego.

Será trabalho d'alma desemprego?
Quem cala e pensa vive de fingir?
Não posso poetizar? Estou a mentir
Que ajo? Só no labor diário é que chego

A ser um respeitado e bom sujeito?
Qual a minha importância sendo poeta?
Devo ser como máquina ou robô

Que produz tudo igual e sem defeito;
Sem pensar, questionar o que me veta
Neste real que a poesia nos roubou?
(Alexandre Tambelli - 26 de dezembro de 2003 - 23:24h)
Alexandre Tambelli
Enviado por Alexandre Tambelli em 17/09/2006
Reeditado em 22/07/2011
Código do texto: T242364
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Tambelli
São Paulo - São Paulo - Brasil, 48 anos
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