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Alumbramento

Cintilas qual estrela na penumbra
assim que pros meus olhos te desvestes
diante dos espelhos que refletem
a tímida nudez com que deslumbras.

E, trêmula, permites que eu descubra
a rosa auroreal que já me deste,
deixando que eu me torne um ser celeste
de tanto resplendor que em mim se alumbra.

E danças o balé do frenesi
enquanto uma canção murmura em ti
acordes de ternuras infinitas.

Por isto, meu amor, eu sorvo a beijos
as pérolas das lágrimas que vejo
na hora divinal quando levitas...

Vaine Darde
Enviado por Vaine Darde em 28/09/2006
Reeditado em 28/09/2006
Código do texto: T251416

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Sobre o autor
Vaine Darde
Capão da Canoa - Rio Grande do Sul - Brasil
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