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Soneto de amor inalcançável

Eu nasci sem mim, pressinto
Eu despida de mim no mundo
Para não fazer-me... sentindo
Eu, ausente de mim em tudo!

Dessa ventania que agora me habita
É porque no mundo cheguei tarde em flor
No mundo onde as folhas nunca param...
Eu, sozinha, a caminho do amor!

Ninguém em vida jamais saberá como amo
Sentimento é coisa que me escorre entre os dedos
Ninguém jamais saberá por quem chamo!

E de tão forte, tão fundo o grande desejo
Que por esvaziar-me o seu total abandono
Há de aleijar-me enquanto espero teu beijo!

dhália
Enviado por dhália em 29/09/2006
Código do texto: T252646
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Sobre a autora
dhália
Salvador - Bahia - Brasil
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dhália