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Soneto de amor efêmero

A vida, não breve, me escorre
A vida passa, não passa? Se vai...
Assim como o amor, não se prolonga
Foge de tudo no céu desbotado que cai!

Se não fugisse de mim a vida, fugiria...
... eu mesmo da sorte e do sonho que tanto busco
Para congelar aquele amor que tanto empenho
E que tanto desejo que fique que já a mim me assusto!

Essa vida de efemeridades tantas que foge de mim
Esse amor que por não amar-me é a única morada
Esse sonho de que fique... que seja eterno no seu fim!

É que se vai formar em tamanha vil cilada
Porque se não fugisse o amor que a vida chama assim
Não guardaria a imagem de teu sorriso dado ao pé da escada!

dhália
Enviado por dhália em 02/10/2006
Código do texto: T254898
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Sobre a autora
dhália
Salvador - Bahia - Brasil
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dhália