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Soneto da esperança

Hei de ser para sempre solitário,
Partiste sem deixar nenhuma herança.
Se de ti restam vagas as lembranças,
Hei der ser para sempre inconsolável.

Hei de chorar, saber que o tempo avança,
Cada dia que nasce inexorável
O sol, e a cada noite é incontestável
A pena que em mim cresce da distância.

Ah Maria, menina, eu quero tanto
Resgatar nossa vida já passada;
Nossos projetos, planos e proezas!

Nutro então a esperança de que a incerteza,
Que rege nossas vidas desregradas,
Possar tornar o fim em entretanto.
Cirilo
Enviado por Cirilo em 03/10/2006
Reeditado em 12/03/2014
Código do texto: T255229
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Cirilo
Caxias do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil
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