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Insegurança

Amor que tu não sentes por igual,
sensível, forte e avassalador,
que me tortura, que me causa dor,
é este amor sublime e imortal

que me preenche a vida de prazer
e de alegria, que me faz sorrir
e me povoa os sonhos, ao dormir,
é este amor que anima o meu viver.

Porém, o amor que agora estou cantando
em versos simples, versos pueris,
com pobres rimas, sem sabor, sem sal,

não ouve a minha voz, o meu comando,
e eu choro, triste, pois sou infeliz,
sou inseguro, sou sentimental.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 21/06/2005
Código do texto: T26672
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260224 leituras)
36 áudios (10733 audições)
6 e-livros (1679 leituras)
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Paulo Camelo

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