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CLARO-ESCURO



Ouço-te voz oculta que procuro
Vejo-te volúpia em dor que encorpo
Sinto-te dentro e fora do meu corpo
Perco-te na bruma em claro-escuro

Ouço-te nas aves, voo e canto
Ouço-te na sonata compassada
Ouço-te nos sons cavos da calçada
Ouço-te na chuva, água em pranto

Vejo-te na filmagem riso ou drama
Vejo-te no bailado que embriaga
Vejo-te no incêndio que inflama

Sinto-te no desejo que me chama
Sinto-te mão carente que me afaga
Perco-te na algidez da minha cama

***

In E-Book “Sonetos Escolhidos”
http://www.delnerobookstore.com/bibliotecas_virtuais/carmo_vasconcelos


Carmo Vasconcelos
Enviado por Carmo Vasconcelos em 21/10/2006
Código do texto: T269981
Classificação de conteúdo: seguro

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CLARO-ESCURO - Carmo Vasconcelos
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Sobre a autora
Carmo Vasconcelos
Lisboa - Lisboa - Portugal
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