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A tua rosa



Da rosa, que não rosa, mas sedosa
Por tuas delicadas mãos colhida
Com uma sofreguidão desmedida
A sede matei à alma dengosa

Uma alma saciada e generosa
Profícua em sonhos, às vezes sofrida
Carente de amor, só e desvalida
Que recebeu de presente uma rosa

Hoje humildemente te agradeço
A singela oferta que não mereço
E tornou o meu dia mais feliz

Com o espírito de um petiz
Perfumei de palavras escrevendo
Este afecto, que me faz bem… doendo.
Lucibei
Enviado por Lucibei em 01/11/2006
Reeditado em 07/12/2008
Código do texto: T279545

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Sobre a autora
Lucibei
Viana Do Castelo - Viana do Castelo - Portugal, 65 anos
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