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DOR INFINDA

 
 
 

São seis horas... Vão passando sonolentas...
Morre a tarde em langor suave e vaporoso...
No campanário o sino  em tocadas lentas,
Anuncia a Ave-Maria, respeitoso...

Tarde e noite,  em aquarelas alvacentas,
Parecem mostrar ao bardo esperançoso
(No etéreo manto), entre pratas e magentas,
Uma tela do teu rosto veludoso...

A saudade antiga se me abriga  n'alma,
E a lembrança do teu riso  não me acalma!
O teu  olhar e o  teu perfume sinto ainda...
                             
Vem novamente a madrugada e nasce o dia.
A tarde volta langorosa e luzidia
E a noite me aguarda nesta dor infinda!



02.11.06
 
Nelson de Medeiros
Enviado por Nelson de Medeiros em 02/11/2006
Reeditado em 27/10/2012
Código do texto: T280519
Classificação de conteúdo: seguro

Áudio
DOR INFINDA - Nelson de Medeiros
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Sobre o autor
Nelson de Medeiros
Cachoeiro de Itapemirim - Espírito Santo - Brasil
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