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O Poeta é Eterno


Quando me invade a mesquinhez pequena
É meu dilema sórdido e pulsante,
No mesmo instante em que acontece a cena,
Outro poema nasce delirante!...

Vou sobre as asas desse vil poema,
Qualquer esquema é libertário e errante;
A todo instante indiferente ao tema,
Se me envenena o versejar vibrante!

Eu vou bebendo esse veneno forte
E minha sorte é que o poeta é eterno;
Fugir do inferno é minha triste sina!

Não que eu renegue ou não mereça a morte,
Nem me conforte meu poema terno...
- É que alcançar o etéreo me fascina!...
Ciro Di Verbena
Enviado por Ciro Di Verbena em 14/11/2006
Reeditado em 14/11/2006
Código do texto: T291464
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Ciro Di Verbena
Votorantim - São Paulo - Brasil
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Ciro Di Verbena