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SOLIDÃO

Quando o sol, rubro, declinar no ocaso
Os derradeiros raios, à tardinha,
Meu coração parece que adivinha
E não é por milagre ou por acaso.

Essa era a hora que esplêndida rainha
Entrava na Internet, sem atraso,
E como um par esplêndido de vaso
Ficávamos falando só “abobrinha”.

Inocente conversa, mas honrada,
Honesta, pura, assaz civilizada
Travávamos a rir. Mas... desde então,

Não nos falamos mais. Ó que saudade!
Parou o mundo, veio a tempestade.
Tudo agora é tristeza e solidão.
   
   (soneto composto em 02/11/06)
Lucan
Enviado por Lucan em 18/11/2006
Código do texto: T294601
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
1985 textos (86952 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 15:03)
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