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Soneto de rimas iguais para amor um que não muda!

Eu sou um presídio em mim resido
Eu te prescindo e me sinto
E me sento num canto qualquer de mim mesma
Eu sentimento de mim em sentimento que minto!

Meus sonetos são respostas... não quero silêncio!
Escureço... em coração endureço os pincéis que te pintavam
Não quero falar de corações... só do tempo
que me faz e captura... eu capataz de sorrisos que vingaram!

Não tenho a menor idéia do que sinto, apenas sinto!
Minto que não sinto porque alguém sabe o que é sentir
qualquer coisa que não se sabe o que é?... mas pressinto!

que de tudo que tem de me sorrir
Seja o sorriso mais belo o teu sorriso que pinto
E não seja crença vã que não é tão verdadeiro esse mentir!
dhália
Enviado por dhália em 18/11/2006
Reeditado em 18/11/2006
Código do texto: T295095
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Sobre a autora
dhália
Salvador - Bahia - Brasil
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dhália