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Não sei por que razão

E cultivado pra manter-se vivo
o meu amor já foi. Não descuidei
do trato necessário enquanto amei
esta mulher. Mantive o porte altivo,

o riso nos meus lábios, fala mansa
e sensual enquanto amei. E, enquanto amava,
eu me fortalecia, eu me cuidava
e dava rédeas para a esperança;

enquanto amava, eu cultivava o amor.
Porém o amor, não sei por que razão,
foi definhando, e eu me vi, então,

desamparado, imerso em mar de dor.
Aquele imenso amor se foi, e eu não
encontro nem sequer explicação.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 03/07/2005
Código do texto: T30611
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260265 leituras)
36 áudios (10733 audições)
6 e-livros (1686 leituras)
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Paulo Camelo

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