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ATÉ QUANDO?

O Amor se cala e no pesar se assiste...
Poeta se banha em solidão que abriga!
Deterá poeta abandonar da viga
Que sustentou o belo amar já triste?
 
Para de pé manter-se, o Amor resiste
Na interior casa em desmedida briga
Com o bonito desejar que liga
A vida ao amar... Mas ele está tão triste!
 
Será justeza incorporar mui dor
Na fortaleza da infinita luz
Lá na (morada) onde o Amor-(só) reluz?
 
Mas (chama) o Amor... Sem tê-la: [Deusa e Flor]
Para poema-la, na poesia, um canto
De amar e dor, unidos, vem-lhe: em pranto...
Alexandre Tambelli
Enviado por Alexandre Tambelli em 01/12/2006
Reeditado em 01/10/2013
Código do texto: T307164
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Alexandre Tambelli
São Paulo - São Paulo - Brasil, 49 anos
676 textos (128590 leituras)
8 áudios (3013 audições)
1 e-livros (403 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/10/17 21:38)
Alexandre Tambelli