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Quando me estendeste a mão

Onde eu naufrago o meu pobre existir
só há ranger de dentes, noite fria,
escuro céu, não se vislumbra o dia.
Onde eu me afogo, o pranto é o elixir

dos sofredores que não têm razão
para viver, que em nada mais se fiam.
Onde eu estou, irmãos se digladiam.
Onde eu me escondo há só escuridão.

Mas, quando me estendeste a mão amiga
e me mostraste a vida como é linda
em mundo diferente, eu pude, enfim,

recuperar minha feição antiga,
e pude descobrir que existe ainda
o ser sentimental que habita em mim.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 09/07/2005
Código do texto: T32624
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260147 leituras)
36 áudios (10732 audições)
6 e-livros (1672 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 04:56)
Paulo Camelo

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