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Numa paixão desenfreada

O ser sentimental que habita em mim
se esvai em prantos por um grande amor,
ainda chora a mágoa, chora a dor,
inda cultiva flores no jardim.

Sentimental no porte e nas feições,
que não sabe ocultar o pensamento
(o rosto mostra logo o sentimento
a se estampar), me perco nas paixões.

E foi numa paixão desenfreada,
irracional, talvez, que eu me perdi,
senti desmoronar todo meu ser.

Pra minha proteção, não fiz mais nada;
o ser sentimental não mais eu vi:
metamorfoseou-se, sem querer.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 20/07/2005
Código do texto: T36156
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260235 leituras)
36 áudios (10733 audições)
6 e-livros (1679 leituras)
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