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E vejo o muito que te quero

E, louco, continuo apaixonado
e, como louco, como amante, eu grito
o meu amor bem alto, ao infinito,
à plenitude, eu não reprimo o brado.

E, como amante louco, eu te venero,
escuto melodia em tua voz,
e em teu olhar o brilho de mil sóis
eu vejo. E sinto o muito que te quero.

O teu olhar é luz, é alegria,
e a escultura do teu corpo é tal,
que empolga o coração, que excita a mente.

Esta visão celeste me extasia,
e eu fico a ter visões, a passar mal,
enfeitiçado pelo ser luzente.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 03/08/2005
Código do texto: T40012
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260167 leituras)
36 áudios (10732 audições)
6 e-livros (1672 leituras)
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Paulo Camelo

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