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Soneto ao meu fardo

Assim eu sigo em frente e vou vivendo
Com todo esse meu  peso a carregar
Fazendo o meu corpo se encurvar,
Deixando o meu espírito doendo.

O peso das injúrias que sofri,
Dos golpes violentos que levei
Que nunca com coragem revidei,
Os quais de quase todos eu fugi.

Palavras dolorosas sempre voltam,
Que muitos sorridentes me disseram,
Ilhadas no oceano da memória

Mas sempre bem dispostas a voltarem,
Querendo no meu fardo mais pesarem,
Deixando sempre oculta minha glória.


 
Bruno Philippsen
Enviado por Bruno Philippsen em 29/08/2005
Código do texto: T46049

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Sobre o autor
Bruno Philippsen
Passo Fundo - Rio Grande do Sul - Brasil, 31 anos
82 textos (5084 leituras)
2 áudios (67 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 04:01)
Bruno Philippsen