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Memorial do frevo


Meu coração ruflava um frevo compassado
Na sístole e na diástole do passo.
E a poesia sem dar mostra de cansaço
Flertava a musa dum poeta enciumado.

Foi lá neste cenário que deixei gravado
Na areia salpicada de José menino,
Versos de amor em um soneto alexandrino,
Como fosse um rastro de sonho inacabado.

Se inda me lembro era um frevo de Capiba,
Deste que faz evoluir ladeira à riba,
Desde as Virgens de olinda à Pintonbeira.

E lá estava a desfilar a fantasia,
Este poeta que até hoje não sabia,
Que viveria esta lembrança a vida inteira.

Herculano Alencar
Enviado por Herculano Alencar em 17/09/2005
Código do texto: T51328
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Herculano Alencar
São Paulo - São Paulo - Brasil, 62 anos
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Herculano Alencar

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