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Restou o pranto

Entende o pranto deste ser que chora
e chorará enquanto pranto houver.
Não haverá pra mim melhor mulher
que aquela que perdi, que foi embora.

Entende o pranto e tenta entender mais:
o meu amor foi todo devotado
a essa mulher e, agora, abandonado,
eu vejo que perdi a minha paz.

O meu amor se foi, a paz também
foi junto com a mulher que tanto amo,
e a mim restou a dor, que expresso em pranto.

Eu amo essa mulher como ninguém.
E neste pranto que ficou eu clamo
a dor da perda, a dor do desencanto.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 07/10/2005
Código do texto: T57668
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260285 leituras)
36 áudios (10733 audições)
6 e-livros (1686 leituras)
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