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MEIAMEIAMEIA

Viver tudo no tom do que me resta
onde a vida encolheu na eternidade,
quando acaba no meio minha festa
e não posso inverter a realidade...

Meu olhar já se nubla de saudade
vendo a vida por menos que uma fresta,
pois a besta chegou rompendo a idade
de quem traz o sinal na flor-da-testa...

Catarei as migalhas indo ao fundo,
cada gueto em meu sonho será mundo
se minh´alma já perde o próprio dom...

O juizo final que se agiganta
prende o grito nas cordas da garganta;
só fui rei pra chegar no Armagedom...




Demétrio Sena
Enviado por Demétrio Sena em 28/08/2007
Código do texto: T627468
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Demétrio Sena
Magé - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
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Demétrio Sena