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Soneto Pra Mãe


Ainda menino, sai do meu torrão,
Em busca de bens e capital,
Trabalhei, que nem o cão,
E não tenho dinheiro, pra voltar no natal.

Tomei umas cachaças, na festa de são bento,
Dei dois beijos, numa moça,
Que logo, deu a luz, a um rebento,
Agora, vem o enxoval e a louça.

E levarão, o que, eu tinha guardado,
Perdoei-me, mãe, se eu não vê, mais tua face,
Não voltarei, se não tiver bem arrumado,
Pois, a esperança, é primeira que nasce.

Mãe, não tenha saudades, de mim,
Pois, a levarei no coração, ate o fim.


Gilmar Queiroz
Enviado por Gilmar Queiroz em 30/08/2007
Código do texto: T630375

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Sobre o autor
Gilmar Queiroz
Laranjal do Jari - Amapá - Brasil, 41 anos
244 textos (4644 leituras)
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Gilmar Queiroz