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Aguilhão da morte


Ó! que vida dura,
Antítipo da figura,
Tanto faço, mas perdura,
A caminho da morte escura.

Tenho medo, dessa aventura,
De tua, estranha formosura,
Dessa historia obscura,
Tua boca sem dente, sepultura.

Quer comer, minha alma pura,
Que só tem gosto de verdura,
Nem, pra te dar uma gastura.

Teu aguilhão, não passa de pintura,
Agora, que achei a formula e, a cura,
Está, desfeita a tua feitura.

Gilmar Queiroz
Enviado por Gilmar Queiroz em 31/08/2007
Código do texto: T632102

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Sobre o autor
Gilmar Queiroz
Laranjal do Jari - Amapá - Brasil, 41 anos
247 textos (4685 leituras)
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Gilmar Queiroz