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Adeus mundo cruel


Adeus mundo cruel,
Que sempre, me fez de rel;
Que me fazia, de pastel;
Que só destilava, dos lábios fel.

Que, mantinha seu rosto sob o véu;
Que me erguia como troféu;
Que, tornava pra mim, tudo impossível;
Sua aversão, por mim era visível.

Tu quiseste, me tornar invencível,
Com teu trejeito, insensível,
Esqueceu, que não sou, do teu nível.

Adeus mundo cruel,
Levou meus dedos, mas não o anel,
Pra ti, eu não tiro, o meu chapéu.

Gilmar Queiroz
Enviado por Gilmar Queiroz em 31/08/2007
Código do texto: T632115

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Sobre o autor
Gilmar Queiroz
Laranjal do Jari - Amapá - Brasil, 41 anos
250 textos (4733 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/11/17 14:02)
Gilmar Queiroz