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Madrigal

Enfim, podia ver a musa eleita,
deitada em sesta longa e vagarosa,
onde dormia calma e tão formosa,
aos caprichos da brisa já afeita.

Súbito uma ave, ousada e bem suspeita,
de leve busca, volitando airosa,
revelar-lhe os dois seios cor-de-rosa...
Frutos deiscentes em sensual colheita.

Nos silêncios de plácido moital
contemplava à luz dum pálio que ria,
a criatura mais cândida e ideal...

Era um cenário que maravilhava:
quando a ave bicava ela resistia,
quando ela adormecia a ave tentava...
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 25/10/2005
Reeditado em 04/04/2010
Código do texto: T63363
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 15:50)
Reginaldo Costa de Albuquerque