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ENGENHO DE CANA

Vou moer cana no meu engenho.
Hoje eu vou fazer o maior arregaço!
Dela, vou aproveitar até o bagaço.
Não cobre! A promessa, mantenho!

Vou fabricar mel, pinga, rapadura...
Caldo de cana é bom com limão.
Adoça a vida, abranda o coração...
A pinga? Faz esquecer a lida dura.

Vou buscar, num carro de boi, a cana.
Ouvindo o seu gemido pela estrada,
Vou até lembrar da voz da namorada.

Uma morena bela, fogosa, tropicana...
Suculenta qual fruta na invernada.
E doce feito cana... quando chupada.


Marcos Aurélio Mendes
Enviado por Marcos Aurélio Mendes em 04/09/2007
Código do texto: T638402
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Sobre o autor
Marcos Aurélio Mendes
Jussara - Bahia - Brasil, 52 anos
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Marcos Aurélio Mendes