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Soneto XVIII _Falando de segredos

Tere Penhabe

Segredos que povoam mundo e vida,
São guardados também depois do após.
Para quem confiamos nossos nós,
Nenhuma acusação será devida.

Alma que injustamente entristecida,
Na ingratidão dos que se sentem sós,
(Que fazem do seu medo o próprio algoz.)
Acabam pondo brasas na ferida...

E revelam segredos sem ciência,
Sem qualquer sombra de maledicência,
No desespero simples de o conter.

Se é culpa o seu segredo, guarde-o bem!
Não tente partilhá-lo com ninguém.
Do que plantaste, é o que irás colher!

Santos, 03.04.2007
www.amoremversoeprosa.com
Tere Penhabe
Enviado por Tere Penhabe em 11/09/2007
Reeditado em 17/09/2008
Código do texto: T647379

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Sobre a autora
Tere Penhabe
Santos - São Paulo - Brasil, 62 anos
252 textos (26532 leituras)
5 áudios (605 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/10/17 00:16)
Tere Penhabe