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Sem carpir

Insegura Razão que me segura,
Ouça a tímida voz que tanto abriga
Amor e fogo a um vento que prossiga,
Cego e frio, sem saber o que é soltura!
 
Triste (in)vento quiçá da sepultura,
Ouça o meu coração (Oh, rixa antiga:),
A entoar mil canções de amor e amiga,
Imponente Razão que não perdura!
 
A gana de (cortês) ser uma fera,
Entre os homens, jamais tive e nem queira
Ter ninguém que, além, por ventura, espera
 
Alguém, pois minha bênção (A primeira:)
É beijá-la, a dançar à luz de velas;
E logo após, arder à luz de estrelas!
 
a 23-02-07
Luciano Almeida
Enviado por Luciano Almeida em 17/09/2007
Código do texto: T656010

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Sobre o autor
Luciano Almeida
Teresina - Piauí - Brasil, 37 anos
957 textos (39334 leituras)
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Luciano Almeida