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Andei pelos andes de estrelas;
buscando inspiração na aurora fria,
de homens que sonham
com deuses e belas ninfas.


E encontrei a liberdade
de um céu perpétuo e belo,
onde o poeta vão se perde.
Onde criam-se os versos de um elo...
O elo apaixonante da Criação
que vem ao peito aberto,
preenchendo o vazio, o eco,
a loucura incandescente de uma paixão.
Não uma fútil paixão;
mas aquela que ampara o coração
como um perfeito gesto de caridade.
Um amor de verdade!


Eu tento, com imenso ardor,
não pensar; não tê-los.
Consolar com alguma sorte insane,
a distância que consome
esta pobre alma infame,
que procura em Tom e Vinicius
um sentimento que a inflame
para a vida ou para os andes.




                 São Paulo,05/05/2002
Eliane Santana
Enviado por Eliane Santana em 17/09/2007
Código do texto: T656975

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Sobre a autora
Eliane Santana
São Paulo - São Paulo - Brasil, 41 anos
69 textos (2858 leituras)
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Eliane Santana