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Epopéia

Ainda hoje, caminho sem tino,
Quando me apaixono, perco a sanidade,
Criando mil fantasias, de menino,
Sonho platonicamente, com igualdade.

Vejo pureza, quando olho uma criança,
Sem forma, formada, tenho uma filosofia,
Invocando a magia, busco uma mudança,
Quero este mundo, inocente um dia.

Vejo na criança, o esplendor do amor eterno,
O ciclo imutável e continuo da humanidade,
Mas, ela está se perdendo, no palco moderno,
Junto com a vergonha e, a moralidade.

Quero relembra, nesta epopéia,
Que todo amor é, uma nova idéia.

Gilmar Queiroz
Enviado por Gilmar Queiroz em 18/09/2007
Reeditado em 26/09/2007
Código do texto: T657404

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Sobre o autor
Gilmar Queiroz
Laranjal do Jari - Amapá - Brasil, 41 anos
247 textos (4685 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/10/17 04:37)
Gilmar Queiroz