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Peças Absurdas

São tantas as horas pra se sentir assim:
Um simplório e vazio ser errante.
Vagando em estradas sem começo, nem fim.
Na sina doida de um mero instante.

Em desfolhados livros de histórias sem sentido
A vida segue como uma brisa que não cessa.
Infausto, um olhar, no silencio esquecido
E a noite, no horizonte, caminhando sem ter pressa.

São tantas as vidas jogadas ao sabor do vento.
E tantos os olhos que choram lágrimas injustas.
Moléstias estas que só se ploriferam com o tempo.

E esquece se, então, do sangue de nossas lutas.
Pois a vida é vivida sem um único intento.
E nossas vidas não são mais que meras peças absurdas.
Elton Veloso da Silva
Enviado por Elton Veloso da Silva em 20/09/2007
Código do texto: T661022
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Sobre o autor
Elton Veloso da Silva
Pedreira - São Paulo - Brasil, 30 anos
110 textos (7075 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 21/08/17 07:35)
Elton Veloso da Silva