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Soneto do Desenlace

Um dia eu consigo um bom alexandrino. Quem sabe?!...


No começo, foi o nosso amor como um encanto
E o vivemos, de tal forma, tão intensamente
Que julgávamos nossa vida diferente
Da daqueles que olhavam com tanto espanto

Que diferente, que nada! Fui prepotente!
Difícil é amor assim não acabar em pranto
E nosso desenlace foi tão igual... No entanto,
Meu legítimo amor não foi suficiente

E se hoje até declaras querer meu mal,
Com ódio, esse sentimento temporal,
Eu me calo e não questiono nunca mais.

Eu habito a tua casa, como uma alma
E faço-te, todo dia, perder a calma...
Essa raiva que carregas é amor demais!
Márcio Ribeiro
Enviado por Márcio Ribeiro em 24/09/2007
Reeditado em 24/09/2007
Código do texto: T666200
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Sobre o autor
Márcio Ribeiro
Niterói - Rio de Janeiro - Brasil
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Márcio Ribeiro