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Aos dramas

Sem teu jardim florir, bebo o desgosto
De não saber o que é o sabor de estar
A teu lado a um sol morto, e vivo, ou posto...
Sem tuas mãos aqui, vivo sem ar!

E o pensamento, enfim, a que me apego,
É vão e é o chão a quem voa, porque
Sem um trago dos lábios teus, vou cego!
(Ah, e o vate, quanto menos vir, mais vê!)

Pois que a vida percorra, a procurar-te
(E que azar, pois, se estás por toda parte...)
E estes versos que um Zéfiro desfolhe-os...

Mas co'esta voz no ouvido, um arrepio
Como não vir? E mesmo em tom febril,
Pra que melhor canção que a dos teus olhos?!

a 06-03-07
Luciano Almeida
Enviado por Luciano Almeida em 25/09/2007
Código do texto: T667450

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Sobre o autor
Luciano Almeida
Teresina - Piauí - Brasil, 38 anos
957 textos (39415 leituras)
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Luciano Almeida