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Contraste

Junto à janela, a musa fiel me espera.
Para vê-la desbravo tempo, espaço.
Chego. O mesmo cão solta, quando passo,
um ladro amigo, de afeição sincera.

Recebo a agreste flor com outro abraço:
peito em couro, metais... visão austera.
Ela, dúbia, hesitou... - também pudera!
O corcel que me trouxe agora é de aço.

Partimos! Castas pernas reveladas...
Um relincho alto, estranho ao noitibó,
profana violão, lua, madrugadas...

Conhecerá a dança que impressiona:
ora um “trenzinho” em vaivéns, ora um só,
e a musa é “popozuda,” é “cachorrona...”
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 05/11/2005
Reeditado em 04/04/2010
Código do texto: T67723
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 14:56)
Reginaldo Costa de Albuquerque