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COISA DOIDA

COISA DOIDA!
Tenho cá meus pedaços quebrados,
restos de sonhos fragmentados,
paixões recolhidas e amores bem acabados,
Extremos opostos... dor e alegria.
Apenas vida, sangue italiano quente!
Mania de vivenciar tudo intensamente,
Algumas pessoas marcam mesmo
o chão onde pisam, algumas letras
são escritas com sangue e fogo,
É assim que suas palavras me chegam,
num misto de tesão e afago,
numa hora é brisa noutra é vendaval
me tira do centro, me lança no chão,
me ama com fúria, com força e com fome,
chego a sentir na pele sua digital,
seu cheiro, meu seio em sua mão...
O gosto de um beijo que não provei
uma combustão que não provoquei,
(Ou será que sim?)
Você é uma coisa doida em mim,
se entrelaça nas minhas pernas
sem pudor nem piedade,
Bebe na minha boca com tanta voracidade,
submete meu corpo e mente
me escravizando no teu asfixiante prazer,
E eu, espero ansiosa e obediente
por mais um dos teus "delitos autorais"
Cadelinha amestrada...sorrio e peço mais
JUNO
Enviado por JUNO em 05/10/2007
Código do texto: T681695
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Sobre a autora
JUNO
Mairinque - São Paulo - Brasil, 49 anos
45 textos (2030 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 17/10/17 11:46)
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