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Carme(n)

Lento, não vo(l)tei-me o relógio à prece
De são arquiteto que se confesse
Um doido varrido, escrito e cu(s)pido!

Serei samurai-gay(xa) que bem serve
Ou que eternamente ri-se à vitrine
De novo acorde(ão) que não se define?
Sangue é sangue: Mesmo tão morto, serve!

Parta-me a Sicília (em cem mil), e assin(e)...
(Lá) Embaixo, no Inferno – Quiçá mais verve...
Ademais, perdoe, signore Lentini...
É espírito: Mesmo tão velho, ferve!

Aos quintos! Que importa o que não tem sido?!
...Ah, anseio, porém, me dar por vencido:
Y usted, qual lua, vê? Um sorriso alvorece!

a 25/02/06
Luciano Almeida
Enviado por Luciano Almeida em 11/10/2007
Código do texto: T689656

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Sobre o autor
Luciano Almeida
Teresina - Piauí - Brasil, 37 anos
957 textos (39334 leituras)
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Luciano Almeida