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Soneto do poeta solitário ( I )

A luz entra pela janela
Ilumina-te  lindamente,
Clareando à volúpia da tez
Num espaço constante presente.

Impróficuo tempo o traz
Desejo e degredo em razão
Vivendo na utopia o amor
vivendo na realidade a obsessão.

E, assim ministrei meu caminho
Convivendo com paredes antagônicas
E ventos gélidos a soprar.

Há tempos prefiro ficar sozinho
Nem Marias, Claudias ou Verônicas,
Pois, o poeta em vida precisa criar.


(Poeta solitário)


Alan Brito de Mello
Enviado por Alan Brito de Mello em 13/10/2007
Reeditado em 17/10/2007
Código do texto: T692599

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Sobre o autor
Alan Brito de Mello
Poá - São Paulo - Brasil, 28 anos
183 textos (7435 leituras)
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