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Soneto para um amor ausente

Soneto para um amor ausente Sérgio Portugal            Out-1976

Tem certos dias que eu, gozado,
Me sinto assim tão triste e só
Que de mim, não sei, tenho dó
De uma vez ter, tão forte, amado.

E lembro rios, montes, matas,
Já com você eu brinco e sonho...
E, então, me tiras o ar tristonho
Com teu olhar de mil cascatas...

Mas, eis que choras... por tristeza...
E, então, te vejo tão sentida
Que, aí, te livro a imagem presa...

E maldizendo já a vida,
Eu lembro então tua beleza...
E também choro à tua ida.
SerH
Enviado por SerH em 15/10/2007
Código do texto: T695574

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Sobre o autor
SerH
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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