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UMA CARTA, UM SONETO

UMA CARTA, UM SONETO

Traços de dor em um papel amassado
(Li depois que ela o atirou ao chão)
Carta bela, envelope perfumado
Continha um “adeus” (e talvez sem razão)

Eu quis falar, mas mantive-me calado
(Aquela talvez não fosse ocasião)
Mas o penar no olhar dela estampado
Denunciavam dor, angústia, solidão

Fiquei em silêncio (ensimesmado)
Ah! E quanta pena dela que me deu
Ao ver um amor por certo terminado

-Pasmem!- o culpado disso tudo sou eu:
Tinha um soneto no papel amassado
 (E este soneto em questão era meu!)
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 20/10/2007
Código do texto: T702821

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (1993 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/08/17 04:12)
Francisco Monteiro