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SONETO II - SAUDADE

SONETO II - SAUDADE

E meus pés sangrarão – vil desventura
Nestes ermos caminhos que eu escolhi
Fado repleto de dor e amargura
Jamais soube ao certo porque parti...

Parti – E ainda hoje lembro de ti
Um tempo de amor e de loucura,
Tempo em que era algo fácil o sorrir
Amar era uma linda aventura...

Escrevo este soneto porque estou
Saudoso de ti – eu assim me vejo-
(E nunca esqueça deste que te amou)

Guarde-o! É o meu último desejo
Lembre-se do amor que entre nós ficou
Tome este soneto como um beijo!
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 20/10/2007
Código do texto: T702823

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (1992 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 18/08/17 02:36)
Francisco Monteiro