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AMAR ?

AMAR?

Amar? Amei! Jamais cri ter sido amado
Digo isso por conta do pranto que chorei:
Pois se o mel da ventura eu não provei
Na boca o mal da perda está guardado.

Ah! Amar talvez tenha sido o pecado
Que um dia eu cometi e já não sei
Se amaram-me alguma vez, mas eu amei
De tal forma, que hoje vivo condenado

Meu coração: um triste ser abandonado
Um louco que sofre, chora e que murmura
Pelos seus loucos amores do passado

Não vive d’outra coisa senão d’amargura
Chora o pranto que dele corre desatado
E faz da vida a sua própria sepultura
Francisco Monteiro
Enviado por Francisco Monteiro em 21/10/2007
Código do texto: T703563

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Sobre o autor
Francisco Monteiro
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 47 anos
72 textos (1998 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 22:37)
Francisco Monteiro