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Navegante


Levava as minhas mágoas num navio,
o frio de minh'alma em seu porão;
o mar à minha frente era o vazio
e o medo de viver o meu timão.

Deixei o meu destino junto ao porto
e icei as velas de meu desvario
querendo achar além algum conforto
ou quiçá sucumbir ao desafio.

Porém, não calculei bem o calado
e as dores que levei tanto pesavam
que a nave soçobrou em um segundo;

Salvei-me por um triz - vi-me agarrado
às minhas ilusões que flutuavam
e não me permitiram ir ao fundo...
Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 22/10/2007
Código do texto: T704397
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro